Gabigol é eleito “Rei da América”; top 10 conta com outros brasileiros

Trio do Flamengo se destaca no Rei da América (Foto: Alexandre Vidal/CRF)

O diário El País concedeu o prêmio “Rei da América” a Gabigol, que foi decisivo na conquista da Libertadores pelo Flamengo. O Rubro-Negro, inclusive, está representado em todas as posições do pódio, com Bruno Henrique em segundo e Arrascaeta em terceiro.

De 372 jornalistas que participaram da eleição, 168 votaram em Gabigol, totalizando 45%. Bruno Henrique, por sua vez, se destacou na votação popular, mas terminou com 22%.

A lista de melhores do continente ainda conta com outros atletas do futebol brasileiro. Everton Cebolinha, do Grêmio, ficou com a sexta colocação, e Daniel Alves, do São Paulo, e Soteldo, do Santos, dividem o 10º lugar. O também flamenguista Filipe Luís e o atacante do Internacional, Paolo Guerrero, terminaram em 11º, mesma posição de Germán Cano, recém-contratado pelo Vasco.

Confira a classificação do prêmio Rei da América:

1º – Gabigol (Flamengo)
2º – Bruno Henrique (Flamengo)
3º – de Arrascaeta (Flamengo)
4º – Ignacio Fernández
5°- Enzo Pérez (River Plate)
6º – Éverton (Grêmio)
7º – Roque Santa Cruz (Olímpia)
8º – Nicolás De La Cruz (River Plate)
9º – Borré (River Plate)
10º – Dani Alves (São Paulo)
Soteldo (Santos)
11º – Filipe Luis (Flamengo)
Franco Armani (River Plate)
Carlos Vela (Los Angeles FC)
Paolo Guerrero (Internacional)
Jorge Pinos (Independiente del Valle)
Germán Cano (Vasco)
Rodolfo Pizarro (Monterrey)
Juan F. Quintero (River Plate)

 

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Source: Vasco

Relembre números da campanha do Vasco em 2019

CAMPEONATO CARIOCA: Boa campanha anima torcida

(Foto: Rafel Ribeiro/Vasco)

O Vasco iniciou o Campeonato Carioca como o menos badalado dos quatro grandes do Rio de Janeiro. Após o fim de 2018 ruim e uma série de contratações, os cruzmaltinos surpreenderam os adversários.

Na Taça Guanabara, os vascaínos fizeram campanha impecável e chegaram ao título após decisão polêmica. Na final, contra o Fluminense, a partida iniciou com portões fechados por uma ordem judicial dos tricolores por conta dos lados da torcida no Maracanã. No meio do jogo, os torcedores foram liberados e tiveram tempo de ver Danilo Barcelos marcar o gol do título.

Na Taça Rio, mesmo com campanha abaixo do primeiro turno, o Vasco novamente chegou na decisão. Os cruzmaltinos tiveram próximos do título, mas um gol no fim do Flamengo fez a decisão ir para os pênaltis, vencidos pelos rubro-negros.

Na última fase, o Vasco passou pelo Bangu e reencontrou o Flamengo na decisão. Diferente do confronto na Taça Rio, os rubro-negros foram superiores nos dois jogos e ficaram com a taça.

COPA DO BRASIL: Mais uma campanha apagada

O Vasco não fez uma boa campanha na Copa do Brasil. Logo na primeira fase, os cruzmaltinos passaram sufoco contra o Juazeirense-BA. O empate por 2 a 2 ligou o sinal de alerta no clube.

A segunda fase foi a mais tranquila. A vitória sobre o Serra-ES, no Espírito Santo, fez os cariocas avançarem na competição.

Na terceira Fase, o Vasco encarou o Avaí. Na partida de ida, em São Januário, uma vitória suada por 3 a 2 colocou em risco a classificação. No entanto, os vascaínos mostraram força e também venceram o duelo na Ressacada para chegar às oitavas de final.

Só que nas oitavas, o adversário foi o Santos, que vinha da Libertadores. A fraca atuação no duelo de ida, na Vila Belmiro foi determinante na eliminação da equipe. Os 2 a 0 fora de casa não foram revertidos em São Januário. Mesmo com o apoio da torcida, a vitória por 2 a 1 decretou a saída dos cariocas da competição.

CAMPEONATO BRASILEIRO: Altos e baixos marcaram o desempenho

(Foto: Rafael Ribeiro/Vasco)

O Vasco começou muito mal o Campeonato Brasileiro e ficou na zona de rebaixamento nas primeiras rodadas. Por isso, o técnico Alberto Valentim foi demitido e em seu lugar Vanderlei Luxemburgo foi contratado.

Sob desconfiança da torcida e imprensa, Luxemburgo conseguiu reerguer os cruzmaltinos durante a competição. O treinador inseriu o termo ‘confusão’ para determinar as últimas posições da Série A.

“O torcedor do Vasco verá que o time vai sair dessa zona da confusão”, falou em sua apresentação.

Após sua chegada, Luxemburgo entrou em polêmica com o principal jogador da equipe, o atacante Maxi López. O argentino não gostou de ficar fora de uma viagem e pediu a rescisão de contrato.

Quando parecia que o Vasco ficaria somente na disputa contra o rebaixamento, a equipe viu o jovem Talles Magno aparecer e passar a ser o destaque do elenco. Com boas atuações, os cruzmaltinos emplacaram uma série positiva e chegaram a ficar perto da zona de classificação da Libertadores.

Na parte final do Brasileiro, o Vasco oscilou e teve que se contentar com a vaga na Sul-Americana e um lugar no meio da tabela de classificação.

PERSPECTIVAS 2020: Pensamento é manter pés no chão

A grande adesão ao programa de sócio-torcedor, que passou de 32 para quase 185 mil, vai dar segurança a diretoria em relação ao pagamento dos salários para 2020. No entanto, a falta de recursos ainda é um problema no clube.

O presidente Alexandre Campello adiantou que a prioridade é o saneamento das dívidas do clube. A diretoria tem corrido para fazer acordos e evitar penhoras. Mesmo assim, os salários de elenco e funcionários seguem sem estar em dia até o fim deste ano.

Em sua apresentação, o técnico Abel Braga revelou que ouviu do mandatário a possibilidade de não receber em dia.

“Ele me disse: ‘Vou te pagar, mas não pense que vou te pagar em dia’. Se pagar em dia, vai ser uma surpresa legal. Se não pagar, eu já estou sabendo”, falou.

Mesmo sem mirar grandes contratações, o pensamento é manter o jovem Talles Magno. A chegada de um atacante e um lateral esquerdo estão entre as prioridades para 2020. Até o momento, somente especulações rondam São Januário e nenhum reforço foi anunciado.

NÚMEROS:

Jogos: 65
Vitórias: 30
Empates: 17
Derrotas: 18
Gols Pro: 79
Gols Contra: 67
Saldo de gols: +12
Artilheiros: Marrony (10), Yago Pikachu (10), Tiago Reis (6), Danilo Barcelos (5), Bruno César (4), Marcos Júnior (4), Maxi López (4), Ribamar (4), Rossi (4), Guarín (3), Lucas Mineiro (3), Leandro Castán (2), Raul (2), Ricardo Graça (2), Talles Magno (2), Thiago Galhardo (2), Valdívia (2), Yan Sasse (2), Andrey (1), Bruno Gomes (1), Dudu (1), Fellipe Bastos (1), Osvaldo Henriquez (1), contra (2)

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Source: Fluminense

Retrospectiva 2019: Só faltou o mundo para o Flamengo

A temporada do Flamengo encheu o torcedor de orgulho. Campeão do Campeonato Carioca, Campeonato Brasileiro e Libertadores, os rubro-negros ficara próximos do Mundial. Mesmo com a derrota para o Liverpool-ING, os flamenguistas fecham 2019 com muito orgulho de sua equipe.

No início da temporada, ainda sob o comando de Abel Braga, o Flamengo oscilou, mas já mostrava que estava em ascensão. Mesmo sendo campeão Carioca e classificado na Libertadores, a diretoria rubro-negra estava insatisfeita com o trabalho do treinador e contratou o português Jorge Jesus, que mudou a equipe de patamar no cenário nacional.

Jorge Jesus assumiu e , aliado a chegada de alguns reforços, com os laterais Rafinha e Filipe Luís, além do meia Gerson, emplacou um futebol que dava gosto de ver. O resultado disso, foi a conquista do Campeonato Brasileiro, com ampla vantagem sobre os rivais, além do título da Libertadores, em final emocionante contra o River Plate-ARG.

No Mundial, a boa atuação na derrota para o Liverpool, na prorrogação, mostrou que o Flamengo está no caminho certo para manter a hegemonia conquistada em 2019. Agora, o pensamento é repetir os feitos deste ano para retornar a competição em 2020.

A diretoria já vem se movimentando no mercado e deve anunciar nos próximos dias reforços para o elenco. O zagueiro Gustavo Henrique e o atacante Pedro Rocha estão perto de serem anunciados.

Clique aqui para conferir a retrospectiva detalhada da temporada 2019 do Flamengo

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Source: Flamengo

Retrospectiva 2019: Botafogo teve um ano desanimador

O Botafogo entrou em 2019 mergulhado em uma grave crise financeira. O time não havia conquistado a vaga na Copa Libertadores, o orçamento era enxuto e até mesmo a defesa do título carioca seria um desafio muito complicado. O técnico Zé Ricardo foi mantido e apostou em um elenco equilibrado, que alternava jovens como os laterais Marcinho e Jonathan e o volante Gustavo Bochecha com medalhões como Leonardo Valencia e Rodrigo Pimpão.

Uma espinha dorsal composta pelo goleiro Gatito Fernández, pelo zagueiro Joel Carli, pelo meia João Paulo e pelo atacante Erik foi reforçada por alguns dos destaques da temporada passada, como o zagueiro Gabriel, cedido pelo Atlético-MG na transação que levou Igor Rabello para o Galo, e o volante Alex Santana, trocado por Rodrigo Lindoso junto ao Internacional.

Ao longo do ano foi se observando que era preciso investir. Porém, ao contrário de anos anteriores, quando o clube foi cirúrgico, as idas aos mercados para contratações maiores se mostraram um fiasco. Chegando com status de titulares absolutos, o volante Cícero e o meia Diego Souza jamais justificaram o investimento feito. Para agravar a situação, alguns dos atletas que mais se esperava tinham um rendimento abaixo da média, como os meias Luiz Fernando e João Paulo.

“O Botafogo foi ao mercado buscando as oportunidades que apareceram. Tínhamos poucas opções disponíveis e não poderíamos errar. A situação financeira era grave e por isso mesmo não contratamos ninguém na janela”, explicou o ex-diretor de futebol Anderson Barros, que no fim do ano se transferiu para o Palmeiras.

O desempenho do Botafogo foi pífio. O time nunca deu química na temporada. Perdeu 28 dos 59 jogos que disputou, ganhando apenas 22 e empatando nove. Anotou 59 gols e sofreu 62. Nenhum título foi conquistado. Alex Santana foi o artilheiro do Glorioso na temporada com dez gols.

Clique aqui para relembrar, em números, a temporada 2019 do Botafogo

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Source: Botafogo

Relembre números da campanha do Botafogo em 2019

CAMPEONATO CARIOCA: um verdadeiro vexame

Foto: Reprodução

O rendimento do Botafogo no Campeonato Carioca foi algo vergonhoso. O time não conseguiu em nenhum momento empolgar. Um exemplo disso é que sequer foi às semifinais da Taça Guanabara e da Taça Rio.

No Estadual o Botafogo não ganhou um único clássico e colecionou derrotas para equipes de menor investimento, como nos 1 a 0 diante de Resende e Volta Redonda. Isso sem falar nos 3 a 1 da estreia para a Cabofriense.

“Com um elenco enxuto o Botafogo enfrentou alguns problemas no começo do ano. O time não rendeu no Estadual o que rendeu nos primeiros jogos dos torneios eliminatórias”, disse o técnico Zé Ricardo.

COPA DO BRASIL: Freguesia para o Juventude

Foto: Divulgação/BFR

Na Copa do Brasil o Botafogo até começou bem. Estreou batendo o Campinense por 2 a 0 na Paraíba e depois não teve problemas para atropelar o Cuiabá em casa: 3 a 0. A terceira fase porém reservava uma surpresa: o reencontro com o Juventude, rival que derrotou o Glorioso na final da edição de 1999.

Com problemas salariais, os jogadores não quiseram concentrar antes do jogo de ida, no Estádio Nilton Santos. O empate por 1 a 1 tornou o duelo de volta, em Caxias do Sul (RS), ainda mais complicado. O Alvinegro perdeu de 2 a 1 e o resultado custou a demissão do técnico Zé Ricardo.

COPA SUL-AMERICANA: Deu para animar no começo

Foto: Mauro Pimentel/AFP

Na Copa Sul-Americana o Botafogo teve um grande começo. Diante do Defensa Y Justicia, então líder do Campeonato Argentino, o Alvinegro ganhou em casa e brilhou como visitante: 3 a 0. Erik foi a estrela dos dois jogos.

Na segunda fase, diante do modesto Sol de América do Paraguai, nenhum susto. Uma goleada de 4 a 0 em casa, após triunfo por 1 a 0 em Assunção.

Mas quando o Botafogo teve que cruzar com um rival nacional as coisas se complicaram. O time não foi páreo para o Atlético-MG, perdendo por 1 a 0 no Rio de Janeiro e por 2 a 0 em Minas Gerais.

“Infelizmente não demos sequência na Copa Sul-Americana. Tivemos um grande começo, mas contra o Atlético a coisa não fluiu”, disse o zagueiro Joel Carli.

CAMPEONATO BRASILEIRO: Botafogo flertou com o perigo

Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo

O Botafogo foi para o Campeonato Brasileiro com novo técnico. Eduardo Barroca herdou a vaga de Zé Ricardo e apostou em um estilo de valorização da posse de bola, com muitos toques. O começo animou e o Botafogo chegou a ficar algumas rodadas no G-4. Ganhou três dos quatro primeiros jogos.

Porém, com o tempo, o estilo de toque de bola foi se tornando pouco eficiente, com o time não mostrando nenhum poder de reação. A queda na tabela de classificação, principalmente no segundo turno, foi meteórico. Barroca não resistiu e acabou demitido após uma derrota por 1 a 0 no clássico diante do Fluminense.

Alberto Valentim deixou o lanterna Avaí para atender a um pedido da diretoria do Botafogo e voltar ao time que lhe deu o título carioca de 2018. O Botafogo não melhorou tanto seu rendimento, porém, passou a ser menos vulnerável no sistema defensivo. A retranca armada serviu para a conquista de vitórias magras, porém, fundamentais para o Glorioso escapar do rebaixamento. Casos dos 2 a 1 diante de Avaí e CSA, no Rio de Janeiro. Duelos contra concorrentes diretos.

“A gente precisava somar pontos e traçamos um campeonato com algumas metas definidas. Conseguimos afastar o rebaixamento, mantendo até uma distância tranquila nas últimas partidas. Infelizmente não veio a vaga na Copa Sul-Americana”, disse Ricardo Rotenberg, que assumiu a vice-presidência de futebol após o afastamento de Gustavo Noronha, tido pelo elenco como um dirigente omisso em meio a momentos de crise. 38

PERSPECTIVAS 2020: Botafogo pode começar a mudar de vez a sua história

Mudar sua história recente e retomar um passado de glórias e de tantos ídolos, como Nilton Santos, Didi, Mané Garrincha, Jairzinho e Zagallo. Essa sempre foi a meta do Botafogo. Porém, 2020 por der um marco na história do clube. O projeto que permite transformar clubes em empresas será aprovado pelo Senado Federal até março e o Glorioso poderá aderir.

O ex-presidente Carlos Augusto Montenegro vem liderando o processo internamente, para que o clube siga os passos do estudo feito pelos irmão Moreira Salles junto a uma consultoria. Se tudo correr bem, a ideia é que o Botafogo tenha um aporte de R$ 350 milhões para pagamento de dívidas emergenciais, já que o total do que o clube deve gira em torno de R$ 1 bilhão. Além disso, cerca de R$ 40 milhões poderiam ser investidos de cara na chegada de reforços.

Porém, entre encerrar o modelo atual e virar empresa é preciso um período de transição, liderado por Montenegro, Manoel Renha, Cláudio Good, Ricardo Rotenberg e pelo atual presidente Nelson Mufarrej.

“O Botafogo ainda está na UTI. Se pudesse pedia para o clube não participar de nenhuma competição até sanear as suas dívidas. Mas o importante é irmos avançando para tornar o clube viável”, explicou Montenegro.

Alberto Valentim está mantido até o fim do Campeonato Carioca, podendo ter o contrato renovado. A vaga de diretor de futebol já foi preenchida por Valdir Espinosa, treinador responsável pela quebra do jejum em 1989. Resta saber se o futuro brilhante chegará já em 2020. Abaixo um balanço do time em 2019:

NÚMEROS:

Jogos: 59
Vitórias: 22
Empates: 9
Derrotas: 28
Gols Pro: 59
Gols Contra: 62
Saldo de gols: – 3
Artilheiros: Alex Santana (10), Diego Souza (9), Erik (9), Cícero (5), João Paulo (4), Luiz Fernando (3), Marcelo Benevenuto (3), Rodrigo Pimpão (3), Gustavo Ferrareis (2), Jonathan (2), Marcinho (1), Gabriel (1), Gustavo Bochecha (1), Kieza (1), Leonardo Valencia (1), Marcos Vinícius (1), Marcão, contra (1), Luciano Castán, contra (1) e Ricardo, contra (1)

 

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Source: Botafogo

Relembre números da campanha do Flamengo em 2019

CAMPEONATO CARIOCA: Primeiro título da temporada

Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

O Flamengo começou o Campeonato Carioca com alguns tropeços. A campanha irregular na Taça Guanabara culminou na eliminação para o Fluminense, na semifinal.

Na Taça Rio, mesmo com o foco dividido com a Libertadores, a equipe começou a mostrar força e conquistou o Segundo Turno. Na decisão, mesmo com uma escalação alternativa, derrotou o Vasco na disputa de pênaltis.

Nas finais, já embalado, o Flamengo passou pelo Fluminense na semifinal e derrotou o Vasco nas duas partidas da final.

COPA DO BRASIL: Tropeço mínimo

Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

O Flamengo entrou nas oitavas de final da Copa do Brasil e reencontrou o Corinthians, algoz do ano anterior. No entanto, desta vez, os rubro-negros não deram chance para o azar e venceram os dois confrontos.

Nas quartas de final, o adversário foi o Athletico. No duelo de ida, o empate por 1 a 1 deu confiança para os cariocas. Só que no Maracanã, uma nova igualdade levou a decisão para os pênaltis. Os cariocas desperdiçaram várias cobranças e viram os paranaenses se classificarem.

LIBERTADORES: Após 38 anos, o título

Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

Na Libertadores, o Flamengo iniciou a campanha na Fase de Grupos, mas os fantasmas no passado quase atrapalharam a equipe. A classificação para a fase de grupo veio somente na última rodada, com o empate com o Peñarol-URU. Mesmo assim, a diretoria optou pela saída de Abel Braga.

Nas oitavas de final, os flamenguistas tiveram seu pior momento da competição. A derrota por 2 a 0 para o Emelec-EQU no confronto de ida deixou a torcida apreensiva. No Maracanã, os rubro-negros conseguiram igualar o placar de Guayaquil e levaram a decisão para as penalidades. O goleiro Diego Alves brilhou e acabou com o medo dos torcedores.

A partir dai, o Flamengo embalou na competição. Nas quartas de final, o adversário foi o Internacional. A boa vitória no Maracanã deu tranquilidade para a equipe conseguir o empate no Beira-Rio e se garantir na semifinal.

Por um lugar na final, os rubro-negros tiveram pela frente o Grêmio. No duelo de ida, em Porto Alegre, o Flamengo teve a chance de matar o confronto, mas saiu de campo com um empate. Só que na volta, no Maracanã, uma atuação de gala e a goleada por 5 a 0 coroaram a passagem para a decisão.

O título da Libertadores veio com dose de polêmica. A partida final contra o River Plate-ARG seria em Santiago, no Chile, mas os conflitos nas ruas da capital fizeram a Conmebol optar pela mudança para Lima.

Na decisão, o Flamengo viu o River Plate abrir o placar e segurar o resultado até os minutos finais. Com calma, os rubro-negros viraram com dois gols de Gabriel para acabar com o jejum do clube na competição.

CAMPEONATO BRASILEIRO

Foto: Carl de Souza/AFP

O Flamengo iniciou o Brasileiro de forma irregular. O técnico Abel Braga era criticado por poupar os titulares em alguns jogos por conta da Libertadores. A obsessão pelo título fez a diretoria optar pela demissão do treinador e a contratação do português Jorge Jesus.

Jorge Jesus teve tempo para trabalhar com o elenco na parada para a Copa América. No retorno, o Flamengo embalou na Série A e assumiu a liderança após a vitória sobre o Ceará, em Fortaleza. Aliado a isso, Santos e Palmeiras tropeçavam no campeonato e no confronto direto foram derrotados pelos cariocas.

A partir do momento que passou a liderar, o Flamengo uma série de vitórias no campeonato e dispararam na liderança. O título era questão de tempo. Os adversários caiam a cada rodada frente ao bom futebol mostrado pelos rubro-negros.

O título foi conquistado sem mesmo entrar em campo. No dia seguinte da final da Libertadores, o Palmeiras tropeçou e decretou matematicamente mais uma taça para o Flamengo.

MUNDIAL DE CLUBES: Não deu, mas o orgulho permanece

O Flamengo chegou ao Mundial focado na busca pelo segundo título. Na semifinal, o adversário foi o Al Hilal-ARA, que havia sido comandado por Jorge Jesus.

No primeiro tempo, atuação muito abaixo do normal. Os árabes aproveitaram os espaços para abrir o placar antes dos 45 minutos. Só que na etapa final, após os ajustes feitos pelo treinador, conseguiu a virada com gols de Bruno Henrique, Arrascaeta e um gol contra.

Na decisão, o aguardado reencontro com o Liverpool, campeão da Champions. Em um confronto equilibrado, o Flamengo foi melhor em boa partida dos 90 minutos e levou o jogo para a prorrogação.

Na prorrogação, o Liverpool mostrou porque é considerado o melhor time do mundo e aproveitou um contra-ataque para marcar o gol do título, marcado pelo brasileiro Roberto Firmino. Mesmo com a derrota, a torcida apoiou a equipe após o apito final.

“Foi um jogo, a final do campeonato de clubes do mundo, que traduziu, de fato, duas grandes equipes. Liverpool campeão da Champions, primeiro classificado no inglês, com o Flamengo no mesmo patamar. Duas equipes que, durante 90 minutos, tiveram várias oportunidades para fazer gol. O Flamengo só não esteve melhor nas três faltas. Posse de bola teve melhor. O Flamengo jogou com olhos nos olhos, tendo durante o jogo, óbvio, algumas vezes o Liverpool por cima, outras vezes o Flamengo por cima. Faz parte do jogo”, declarou Jorge Jesus após a partida.

PERSPECTIVAS 2020: Objetivo é a manutenção da hegemonia

O bom desempenho no Mundial deixou claro que o Flamengo está no caminho certo. O objetivo da diretoria é manter os principais jogadores e trazer reforços para serem incorporados ao elenco.

Além disso, a diretoria espera fechar logo a renovação do atacante Gabriel, artilheiro da equipe na temporada.

“Não tem nada ainda, mas a gente teve uma boa reunião lá. A relação continua muito boa. Se não acontecer nada ainda esse ano, a gente tenta finalizar em janeiro. Exatamente como foi nesse ano”, disse.

O zagueiro Gustavo Henrique e o atacante Pedro Rocha estão praticamente certo e devem ser anunciados nos próximos dias. A intenção é melhorar o elenco para a próxima temporada e manter a força da equipe após as substituições.

NÚMEROS:

Jogos: 76
Vitórias: 50
Empates: 17
Derrotas: 9
Gols Pro: 153
Gols Contra: 66
Saldo de gols: + 87
Artilheiros: Gabriel (43), Bruno Henrique (34), Arrascaeta (17), Vitinho (9), Everton Ribeiro (6), Reinier (6), Diego (5), Rodrigo Caio (5), Willian Aão (5), Uribe (4), Pablo Mari (3), Gerson (2), Henrique Dourado (2), Berrío (1), Gabriel Batista (1), Jean Lucas (1), Lincoln (3), Rafinha (1), Rene (1), Rhodolfo (1), contra (3)

 

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Source: Flamengo

Abel Braga pede e Vasco vai em busca de Dedé

Mesmo com dificuldade financeira neste fim de temporada, a diretoria do Vasco segue em busca de reforços para 2020. O nome da vez é o do zagueiro Dedé, que está Cruzeiro, mas teve passagem vitoriosa em São Januário.

O retorno de Dedé é um pedido do técnico Abel Braga, que trabalhou com o defensor na Raposa, neste ano. A atual crise no clube mineiro pode facilitar a negociação com o zagueiro.

Dedé jogou no Vasco de 2009 a 2013 (Foto: Marcelo Sadio/Vasco)

O empresário de Dedé já revelou que foi procurados pelos dirigentes cruzmaltinos, mas não deu mais detalhes sobre uma possível negociação. O zagueiro não fez uma boa temporada e conviveu com a lesões. Tanto que não participou da reta final do Campeonato Brasileiro.

A chegada de Dedé viria suprir uma possível saída de Osvaldo Henriquez, que negocia a renovação de contrato com o Vasco, mas espera o pagamento dos atrasados para tomar uma decisão.

O elenco do Vasco volta aos treinos no início de janeiro e vai realizar a pré-temporada no Rio de Janeiro.

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Source: Vasco